sexta-feira, 12 de julho de 2013

Pela primeira vez Doença de Alzheimer é revertida em paciente- SENSACIONAL!!!






A doença de Alzheimer foi revertida pela primeira vez no Canadá e com sucesso. Uma equipe de investigadores canadenses, da Universidade de Toronto, liderada por Andres Lozano, usou uma técnica de estimulação cerebral profunda, diretamente no cérebro de seis pacientes, conseguindo travar a doença. O estudo vem publicado na «Annals of Neurology».
Em dois destes pacientes, a deterioração da área do cérebro associada à memória não só parou de encolher como voltou a crescer. Nos outros quatro, o processo de deterioração parou por completo.
Nos portadores de Alzheimer, a região do hipocampo é uma das primeiras a encolher. O centro de memória funciona nessa área cerebral, convertendo as memórias de curto prazo em memórias de longo prazo. Sendo assim, a degradação do hipocampo revela alguns dos primeiros sintomas da doença, como a perda de memória e a desorientação.
Imagens cerebrais revelam que o lobo temporal, onde está o hipocampo e o cingulado posterior, usam menos glicose do que o normal, sugerindo que estão desligadas e ambas têm um papel importante na memória.
Para tentar reverter esse quadro degenerativo, Lozano e sua equipa recorreram à estimulação cerebral – enviar impulsos elétricos para o cérebro através de eléctrodos implantados.

O grupo instalou os dispositivos perto do fórnix – um aglomerado de neurónios que enviam sinais para o hipocampo – dos pacientes diagnosticados com Alzheimer há pelo menos um ano. Os investigadores aplicaram pequenos impulsos eléctricos 130 vezes por segundo.
Testes realizados um ano depois mostram que a redução da glicose foi revertida nas seis pessoas. Esta descoberta pode levar a novos caminhos para tratamentos de Alzheimer, uma vez que é a primeira vez que foi revertida.
Os cientistas admitem, no entanto, que a técnica ainda não é conclusiva e que necessita de mais investigação. A equipa vai agora iniciar um novo teste que envolvem 50 pessoas. 

Links com mais informações sobre o assunto

Fonte de Pesquisa-Site Brasília em Pauta
Postagem - Simone de Moares

segunda-feira, 8 de julho de 2013

Cientistas criam "brotos de fígado" usando células-tronco...incrível

Olha essa matéria sobre saúde como é incrível os avanços  da medicina.
Cientistas japoneses anunciaram a criação de "pequenos fígados" a partir de células-tronco.
A equipe da Universidade de Yokohama disse ter ficado "espantada" ao perceber a formação espontânea de brotos hepáticos, os estágios mais iniciais de desenvolvimento do órgão - eles não esclareceram o que esperam ver no experimento.
A esperança agora é de que o transplante de milhares de brotos hepáticos possa reverter situações de falência do fígado.
Após a publicação dos resultados do estudo na revista Nature, muitos especialistas reagiram classificando o estudo como "empolgante".
A pesquisa deve dar novo fôlego às muitas equipes de cientistas que tentam criar órgãos em laboratório como tentativa de lidar com a falta de doadores para transplantes.
Alguns pacientes já têm bexigas feitas com suas próprias células, mas órgãos mais densos, como o fígado e os rins, são mais difíceis de serem produzidos.
Fígado artificial
A equipe da universidade japonesa simulou em laboratório os estágios mais iniciais do desenvolvimento do fígado, similares aos de um embrião.
Eles mesclaram três tipos de células - duas variedades de células-tronco e material colhido a partir de um cordão umbilical.
Para a surpresa dos cientistas, as células começaram a se organizar e se entrelaçaram para formar um broto hepático.
Estes brotos foram transplantados para camundongos, onde se conectaram ao sistema circulatório e passaram a funcionar como pequenos fígados.
O processo, de acordo com os cientistas, aumentou o tempo de vida dos camundongos com falência hepática.
"Nós simplesmente mesclamos três tipos de células e descobrimos que, de forma inesperada, elas se auto-organizaram para formar um broto hepático tridimensional - um tipo de fígado rudimentar", explica o professor Takanori Takebe, um dos responsáveis pelo estudo.
"E finalmente nós provamos que o transplante de brotos hepáticos pode oferecer potencial terapêutico contra a falência do fígado", diz Takebe, acrescentando que ele e a equipe ficaram "completamente espantados" e "absolutamente surpresos" quando perceberam a formação dos brotos hepáticos.
No entanto, a utilização da técnica em um novo tratamento, de fato, ainda é um prospecto distante, avaliam os cientistas.
Os brotos hepáticos criados no estudo têm cerca de 4 a 5 milímetros de comprimento, mas os cientistas dizem que teriam que desenvolver outros muito menores para que eles pudessem ser injetados no sangue.
E adiantam que as células provavelmente não formariam um novo fígado, mas se acoplariam ao órgão em falência para tentar recuperá-lo.
Fonte de pesquisa-Diário de Saúde